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Gestão de afastados e retorno ao trabalho

O acompanhamento do colaborador afastado — da saída ao retorno — para que a volta não vire um novo afastamento.

Afastamento longo raramente é um evento isolado: ele costuma ter dado sinal antes, e costuma se repetir depois, quando o trabalhador volta para o mesmo posto sem que nada tenha mudado.

A gestão de afastados acompanha esse ciclo inteiro — o exame de retorno, as restrições, a compatibilidade entre a condição do colaborador e os riscos da função, e a decisão sobre readaptação ou mudança de função.

O que entregamos

Exame de retorno ao trabalhoNo primeiro dia de volta, com avaliação de aptidão para a função.

Análise de restriçõesConfronto entre a condição do trabalhador e os riscos do posto.

Orientação sobre readaptaçãoO que precisa mudar no posto, ou para onde o colaborador pode ser realocado.

Acompanhamento dos casos abertosOs afastamentos em curso entram no acompanhamento mensal da empresa.

Perguntas frequentes

Quando o exame de retorno é obrigatório?

Em afastamentos iguais ou superiores a 30 dias, por doença, acidente ou parto. O exame deve ocorrer no primeiro dia de retorno.

O que fazer quando o ASO indica restrição?

A empresa precisa adequar o posto de trabalho à restrição ou realocar o colaborador em função compatível. Ignorar a restrição registrada é o caminho mais curto para o afastamento seguinte.

Vocês avaliam o nexo entre a doença e o trabalho?

A avaliação ocupacional considera a relação entre a condição de saúde e os riscos da função. O reconhecimento formal de nexo, quando existe, segue os trâmites próprios da Previdência.

Isso serve para empresa pequena?

Serve, e costuma valer ainda mais: em equipe pequena, um afastamento longo pesa proporcionalmente mais na operação.

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